438 Desatinos

Do modo como se vê e de ti como observador
Em cada nuance do amar que se faz em eros 
Se delírios seguem pelas memórias em amor

437 Apreciação

A vida em suas peculiaridades claras
Por ter nuances às vezes nas sombras
Revela-te tal graciosidade por olhares

436 Nova aurora

Nas curvas e semirretas do curso da vida
O caminho anotado entre nascer e morrer
Vidas que se propagam em laços contínuos

435 Imagens e sombras

Indagas da composição entre flores e outras
Mas de ti mesmo para seguir ao contemplar
As palavras são doces em carinho e confiança

434 Empatia e respeito

Envolver ao outro como a ti mesmo
Nas buscas comuns por felicidade
Pensas em ti como ao semelhante
Ao olhar a condição de humanidade

433 Luminosidade

Lembrarás para sempre daquele sorriso
Uma vez que te sejas assim tão faceiro
Milhares de outros poderás encontrar

432 Laços e lacunas

Lá distante nos céus se sentiriam unos
Apesar deles assumirem-se em antipatia
Como a dizerem-se em igual humanidade
O que se levou dos olhos aos corações
Segue na vida em dizeres e memória

431 Envolver

Em cada vez eles se aproximaram mais
No que se viram a chegar em seguro cais
Voltas e voltas deram e logo se aliavam
Os olhares em largos sorrisos trocados
Levaram-se nas buscas por afinidades
Viram-se os dois corações mais fortes